Como fazer um casamento intimista?


O casamento intimista ou mini wedding (mini casamento) é um conceito europeu que vem fazendo muito sucesso, pois muitos noivos têm a preferência de ter um casório mais íntimo, pessoal e personalizado, nele você pode ter uma lista de 20 até 100 convidados.

 

Este estilo de festa de casamento vem conquistando muitos casais que não querem uma super produção e preferem uma festa com poucas pessoas.

A diferença de um casamento intimista para o tradicional é onde os noivos têm a possibilidade de aproveitar mais a presença de cada convidado e vivenciar cada momento da sua festa, dessa forma eles conseguem dar atenção, conversar e se divertirem de uma forma mais descontraída.
Este estilo de casamento deve combinar com o estilo do casal, casamentos intimistas não estão relacionados com casamentos econômicos, muito pelo contrário, os noivos podem deixar a sua festa mais caprichada, elegante e abusar em pequenos detalhes por ter um número menor de convidados.

Mesmo os gastos sendo menores que um casamento tradicional, um casamento intimista exige ter planejamento e organização. O planejamento deve ser tratado com a mesma seriedade e profissionalismo que um casamento tradicional, pelo menos com 2 anos de antecedência, pois você noiva precisará contratar  serviços de alta qualidade como buffet, assessoria cerimonial, foto e filmagem  e convites para o seu casamento.

Lista de convidados: Primeiro pense na sua lista de convidados e priorize amigos e familiares que fazem parte da vida do casal. Como já dissemos, este estilo de casamento tem um clima mais familiar e íntimo, por isso a lista deve ser enxuta. Comece preparar a lista pelos familiares mais próximos e depois pelos amigos.

 

Convites: Com o orçamento mais livre, os casais que optam pelo mini casamento podem investir nos convites de casamento. Então se sinta livre em se inspirar no estilo do casamento e surpreenda seus convidados no convite.

Escolha do local: Defina o horário do casamento para em seguida definir o local. O principal objetivo de um mini wedding é proporcionar um clima intimista aos noivos e seus convidados. Então os  espaços não precisam ser muito amplos e podem ser realizados em ambientes aberto ou fechados. A sugestão que o local não seja muito amplo para não passar a impressão de lugar vazio.

O mini wedding pode ser realizado na praia, igreja, campo, casas antigas, restaurantes, hotéis e bistrôs. Ou seja, onde o casal quiser e por ter menor número de convidados, qualquer uma dessas alternativas é possível de se realizar.

Decoração: Por ser um casamento menor, a atenção nos detalhes da decoração precisa ser redobrada já que os convidados ficam mais próximos e íntimos. Por isso, fiquem atentos para alguns cuidados como porta guardanapos, arranjos de mesa e louças que serão usadas.

As mesas podem receber mimos aos convidados como cardápios para cada convidado e decoração com vasos de flores ou velas, os casamentos mini weddings tem a característica de serem muito acolhedores e muitas vezes são tão luxuosos quanto os grandes casamentos, mas a noiva deve sempre seguir o seu gosto pessoal e estilo do casal.

Foto e Filmagem: Este é um grande momento da vida de todo casal e estas imagens devem ser registradas por fotógrafos que possuem experiência e que saiba capturar os momentos mais íntimos entre você e seus amigos e família, assim como as interações da festa e recepção. Como o evento terá poucos convidados será muito fácil para o fotografo cobrir os detalhes do evento.

Por ser um número menor de convidados, isso permite fazer muitas fotos criativas! Você pode incluir também uma cabine/totem de fotos, isso com certeza é uma ótima opção de lembranças para os convidados.

O que servir: Invista em um buffet de qualidade e com opções, dependendo do horário do seu casamento, você pode servir um brunch, um almoço ou até  um jantar.

Com o orçamento um pouco mais folgado, é possível investir em um bom menu para o mini wedding. Portanto, não deixe a qualidade de lado na hora de escolher os comes e bebes da sua festa, tente personalizar, deixar o Buffet com o gosto do casal e dos convidados.

 

Fonte: https://momentonoiva.com.br/

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Conheça a história da feijoada


Um símbolo da cultura gastronômica brasileira, ícone brasileiro para entrangeiros, essa simples receita se tornou uma verdadeira instituição comestível. A Feijoada, nome dado ao mais famoso prato brasileiro.

Sua origem todo mundo já conhece, ou pelo menos acredita conhecer. Reza a lenda que no século XVIII, período em que negros eram escravizados no Brasil,os senhores do engenho davam os restos de carnes de porco junto a feijão preto aos seus escravos, com isso eles misturavam os ingredientes criando um guisado de feijão preto com carne de porco.

Será que essa lenda é verdade? Mais fundo ainda, será que a feijoada é realmente brasileira?

Se quisermos aperfeiçoar o sentido histórico da Feijoada precisamos entender um de seus principais ingredientes, o feijão. Está enganado quem acredita que feijão é coisa de brasileiro. O consumo desse alimento vem de tempos muito anteriores ao descobrimento do Brasil.

O feijão já era um alimento largamente consumido pelo velho mundo, porém de outras espécies como o feijão branco( logo um dos pratos mais tradicionais franceses é o “Cassoulet”, guisado de feijão branco com carne de ganso). Também eram consumidas outras leguminosas parentes do feijão como o grão-de-bico e a lentilha.

Foi só com a descoberta das Américas, que foi conhecido o feijão preto,  cujo grão era chamado de Comaná ou Cumaná (nome dado pelos guaranis, o feijão preto era um alimento comum entre as Américas Central e do Sul). Porém o nome pelo qual o chamamos, feijão,  é português, escrito pela primeira vez no século XIII, ou seja, trezentos anos antes do descobrimento do Brasil.

Visto isso, podemos afirmar que o consumo de feijão, não foi praticado primeiramente por nós brasileiros.

Um outro mito que é preciso desmentir é que eram dados “restos” de carne aos escravos. Sem muito a pensar podemos inferir que isso não é uma verdade, já que adquirir um escravo era caro e  o trabalho exercido por eles era árduo, com isso eles não poderiam ter uma alimentação escassa, já que não aguentariam a alta carga de trabalho, o que aquerrataria prejuízos aos seus donos.

Um outro fator a ser considerado é que no períodos escravagista toda a alimentação no Brasil era escassa, tanto para os escravos quanto para seus senhores, sendo assim a alimentação de ambos era quase que semelhante,  tendo como base a mandioca e o milho.

Quanto as carnes, até hoje não há nenhuma referência histórica apontando que as carnes utilizadas para feijoada eram desprezadas e oferecidas aos escravos. Muito pelo contrário, eram consideradas iguarias, existe um recibo conservado até hoje, datado de 30 de abril de 1889, em um açougue na cidade de Petrópolis, no qual se vê que os senhores consumiam carne verde, vitela, carneiro, porco, lingüiça, fígado, rins, língua entre outros, compravando que não eram “restos”.

 

Vendo tudo isso, da onde surgiu nossa amada feijoada?!

Ao que parece esse prato já era consumido a muito mais tempo do que imaginamos (não como conhecemos hoje é claro), há registros históricos que desde o Império Romano se preparava  uma mistura de feijão com vários tipos de carne, com os ingredientes variando de uma região para a outra.  Mas foi somente no Brasil que veio a se utilizar o feijão preto, já que o ingrediente foi “descoberto” nas Américas, como afirmado acima.

Vendo esse fato, fica difícil afirmar qual a origem da feijoada. O que se sabe de concreto é que as referências antigas não tem qualquer referência aos escravos, mas sim de restaurantes frequentados pela elite escravocrata.

Agora a feijoada como a conhecemos hoje,  acompanhada de arroz, couve, farofa e torresmo tem origem num antigo restaurante frequentado pela elite carioca, o G. Lobo. O estabelecimento foi encerrado na década de 1940 mas suas heranças permanecem até hoje, tendo eternizado nosso prato mais querido.

Sendo brasileiro ou não, uma coisa é certa, somos nós que difundimos essa inexorável receita. A Feijoada.

 

Fonte: http://restauranteoberro.com.br/

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Lentilha: Benefícios para a saúde que você tem que conhecer


Sorte de quem inclui a lentilha no dia a dia e não apenas nas celebrações da passagem de ano. Versátil e saudável, ela tem aparecido cada vez mais como protagonista ou acompanhante e sopas, massas e saladas. Com alto teor de fibras, folato e proteínas vegetais, ela fornece diversos benefícios à saúde, desde a redução do colesterol até a melhora da digestão.

Semelhante ao grão-de-bico, feijão e ervilha, a lentilha é uma semente deliciosa e cheia de nutrientes. Ela pode ser encontrada em muitas variedades, incluindo lentilhas verdes, vermelhas, lentilhas puy e pretas, cada uma com texturas e sabores diferentes.

A leguminosa é também uma ótima fonte de carboidratos complexos “bons” (em oposição aos carboidratos refinados). Ou seja, significa que o corpo os digere mais lentamente. Por isso, ajuda a mantê-lo saciado e energizado, deixa o açúcar no sangue equilibrado e beneficia a digestão geral.

 

Benefícios da lentilha

Fonte de fibras

Com 15 gramas de fibra por xícara – mais da metade da ingestão diária recomendada, não é surpresa que as lentilhas sejam ótimas para o intestino. Com isso, manter uma boa saúde intestinal pode afetar positivamente todo o organismo, desde os movimentos intestinais à regulação do apetite e ao humor. Por outro lado, aingestão insuficiente de fibra alimentar altera a flora intestinal saudável, o que aumentará a inflamação, a resistência à insulina, a deposição de gordura e o ganho de peso.

Ajuda a diminuir o colesterol

A fibra solúvel encontrada nas lentilhas não é apenas benéfica para a saúde intestinal, mas também pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol ruim (LDL). Com seu consumo, o colesterol é retirado da corrente sanguínea para a produção de sal biliar, reduzindo efetivamente os níveis de LDL.

Auxilia a saúde gestacional

As vitaminas B, especialmente o folato e sua forma suplementar de ácido fólico, são importantes durante a gravidez. Isso porque consumir bastante ácido fólico antes e durante a gestação pode prevenir distúrbios do tubo neural e outros defeitos congênitos. Assim, as lentilhas são uma maneira deliciosa de manter os níveis de folato sob controle. Dessa forma, apenas 1 xícara de lentilha contém 90% (ou 358 mcg) da ingestão diária recomendada de folato.

Claro, se você estiver grávida ou tentando engravidar, precisará pensar muito mais do que apenas adicionar lentilhas à sua dieta. Por isso, consulte o seu médico ou um nutricionista registrado sobre a melhor forma de formular sua alimentação.

Rica em ferro

O ferro é essencial para a produção de glóbulos vermelhos e o transporte de oxigênio por todo o corpo, e sua deficiência pode causar problemas como anemia e fadiga. As lentilhas fornecem cerca de 40% (ou 6,6 mg) da ingestão diária recomendada do mineral. No entanto, ele não é tão facilmente absorvido pelo corpo como o ferro de origem animal. A vitamina C, porém, demonstrou aumentar a absorção de ferro dos alimentos vegetais. Ainda bem que produtos ricos em vitamina C, como tomate, pimentão vermelho e suco de limão, combinam muito bem com lentilhas cozidas.

Cuida do cabelo, pele e unhas

A composição nutritiva da lentilha a torna particularmente adequada para promover o crescimento e a saúde da pele, cabelos e unhas. Assim, os três são constituídos por uma proteína chamada queratina. Portanto, consumir proteínas adequadas em geral é crucial para a produção de queratina, especialmente o aminoácido L-lisina. A L-lisina encontrada nas lentilhas demonstrou ajudar a evitar queda excessiva de cabelo entre as mulheres propensas à doença.

As lentilhas também são uma ótima fonte de vitaminas do complexo B, incluindo a vitamina B7, também conhecida como biotina. Dessa maneira, a biotina está na linha de frente para combater os efeitos do envelhecimento com seu papel na síntese de ácidos graxos, que é crucial para a pele saudável.

Fonte de cálcio e magnésio 

Enquanto o cálcio protege os ossos, o magnésio ajuda a dormir melhor e também alivia cãibras nas pernas relacionadas ao treino.

 

Fonte: https://cuidai.com.br/

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Por que o Dia dos Namorados é em junho no Brasil e em fevereiro no resto do mundo?


Qual é a origem do Dia dos Namorados no Brasil? Enquanto os Estados Unidos e a Europa comemoram o chamado “Valentine’s Day” (ou Dia de São Valentim), em 14 de fevereiro, por aqui, o feriado do romance é celebrado em 12 de junho desde 1948.

E o motivo é exclusivamente comercial.

A ideia de estabelecer a comemoração veio do publicitário João Doria, pai do ex-prefeito de São Paulo João Doria Jr. Dono da agência Standart Propaganda, ele foi contratado pela loja Exposição Clipper com o objetivo de melhorar o resultado das vendas em junho, que sempre eram muito fracas.

Inspirado pelo sucesso do Dia das Mães, Doria instituiu outra data para trocar presentes no ano: o Dia dos Namorados.

Junho foi escolhido porque era justamente o mês de desaquecimento das vendas. O dia 12 foi escolhido por ser véspera da celebração de Santo Antônio, que já era famoso no Brasil por ser o santo casamenteiro.

 

Unindo, então, o útil ao agradável, Doria criou a primeira propaganda que instituiria a data no país.

“Não é só com beijos que se prova o amor!”, dizia um slogan do primeiro Dia dos Namorados brasileiro. “Não se esqueçam: amor com amor se paga”, afirmava outro. A propaganda foi julgada a melhor do ano pela Associação Paulista de Propaganda à época.

A data começou a “pegar” no Brasil no ano seguinte, quando mais regiões começaram a aderir – posteriormente, a comemoração se tornou nacional.

Consumidor cauteloso

Atualmente, o Dia dos Namorados já é a terceira melhor data para o comércio no país – atrás apenas do Natal e do Dia das Mães. A média do faturamento do dia romântico já chega perto de R$ 1,5 bilhão.

Mas, segundo previsão da Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), o consumidor paulistano não pretende gastar muito com o presente do Dia dos Namorados em 2019.

O crescimento em relação a junho de 2018 será apenas de 3% em São Paulo, segundo informou à Agência Brasil Guilherme Dietze, assessor econômico da Fecomércio SP.

“Vai ser o Dia dos Namorados da lembrancinha”, resumiu, explicando que a alta taxa de desemprego, a baixa oferta de crédito e a inflação sobre bebidas e alimentos prejudicou o poder de compra dos casais brasileiros.

Fonte: https://www.bbc.com/

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Como fazer o pedido de noivado? Inspire-se nessas dicas


O momento do pedido de noivado é único na vida de um casal. É o momento em que aquele sentimento do namoro se torna mais maduro e dá indícios de que sim, ela é a mulher que você quer ao seu lado para o resto da vida.

Mas como dizer isso a ela? Como fazer o pedido de noivado ser inesquecível? Essa é uma dúvida muito mais comum do que você pensa. No desejo de tornar tudo perfeito, muita gente acaba adiando demais esse momento ou até mesmo deixando de vivê-lo.

 

A vida a dois é feita desses momentos, não desista deles. Não abra mão de ver a pessoa que você ama abrindo um lindo sorriso para te aceitar e para sonhar um futuro juntos. E para te ajudar e inspirá-lo, separamos 10 dicas para fazer pedido de noivado ser perfeito:

1. Anel de noivado

Não tem pedido de noivado sem um anel para representar e marcar aquele momento. Escolha o anel de acordo com a personalidade da noiva, mas também com o seu coração, afinal, ele não é somente uma joia, mas também é uma representação dos seus sentimentos e do seu compromisso com o relacionamento. Entenda melhor o significado do anel de noivado.

 

2. Surpresa

O fator surpresa é que dá todo o encantamento ao pedido de noivado. Quando a futura noiva não espera, nem faz ideia do que vai acontecer, tudo fica mais romântico e marcante. Por isso, depois que tomar sua decisão, tome todos os cuidados para que ela não perceba o que vai acontecer. Parece óbvio, mas quando você decide que vai fazer o pedido de casamento, é natural ficar bastante ansioso. Portanto, cuidado para sua ansiedade não deixar que ela perceba que algo diferente está acontecendo.

3. Escolha do local

Se ainda não sabe qual o melhor cenário para realizar o pedido, tente lembrar de algum lugar marcante para vocês dois, pode ser o local do primeiro beijo ou de uma viagem que fizeram juntos. O importante é saber que o local escolhido vai ser pra sempre lembrado.

4. Prepare o ambiente

Depois de escolhido o local, é importante prepará-lo, seja com flores, velas, um perfume especial ou com objetos pessoais de vocês.

5. Em público ou privado

Essa é uma escolha muito pessoal. O importante é saber com qual tipo de situação ela se sentirá mais confortável. Caso opte por um lugar público com amigos e parentes, certifique-se para que a futura noiva não desconfie do que vai acontecer antes da hora.

Fonte: https://blog.poesie.com.br

 

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O que pessoas muito bem-sucedidas comem no almoço


Se você costuma ficar perdido ao escolher o que vai comer no almoço, essa lista pode ajudá-lo na próxima vez em que estiver no bandejão ou no restaurante por quilo perto da firma.

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6 Dicas de ouro para o noivo fazer no dia do casamento


Quando há um casamento, normalmente as atenções são voltadas para as noivas, mas, quando há um noivo, é importante que os homens participem da organização e que tenham os cuidados necessários para chegarem ao dia C impecáveis e serenos. Veja como.

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Sucesso mundial: descubra a história do arroz-doce e suas mais diferentes versões


De tão incorporado à mesa brasileira, o arroz-doce até parece criação local. Mas a cremosa sobremesa está assim de versões espalhadas mundo afora. Os franceses o chamam de riz au lait; os libaneses, de roz-ib-haleeb. Os argentinos não passam sem seu arroz con leche; e os ingleses e americanos têm um doce similar, mais denso, o rice pudding. Família de muitos irmãos.

O mais provável é que a receita tenha se originado na Pérsia, onde o arroz cozido em leite era adoçado com mel e aromatizado com especiarias. De lá, teria sido levado para a Península Ibérica. Contudo, há quem atribua a autoria do doce aos indianos e a outros países asiáticos, onde seria preparado não com leite de vaca ou de outros mamíferos, e sim com o leite extraído do coco.

No livro Jerusalém, o chef israelita Yotam Ottolenghi comenta que a sobremesa é a mais comum no dia a dia entre os judeus sefaraditas, que adicionam mel, açafrão, canela e/ou mástique, uma resina aromática. Ensina uma versão infalível com cardamomo, pistache e água de rosas. Ela é também protagonista no receituário do icônico restaurante parisiense L’Ami Jean. Feita com arroz carnaroli, vem numa vasilha grande e comunitária, que passa de mesa em mesa junto dos acompanhamentos (creme inglês, caramelo salgado aerado,  mais castanhas e damasco caramelizados), para que o próprio cliente se sirva.

O jeitinho brasileiro de preparar arroz-doce provavelmente é uma derivação do arroz de leite português. Lá, ainda hoje é comum a adição de gemas, que deixam o doce ainda mais cremoso, menos pálido e um tanto mais gordo. Enquanto aqui o mais comum é usar o arroz de grãos longos e finos, o chamado agulhinha, os portugueses costumam recorrer ao tipo carolina, mais roliço e cheio de amido. Nas receitas asiáticas, o indicado é o arroz jasmim, superaromático.

 

Fonte: https://revistacasaejardim.globo.com/

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História do leite condensado


O leite condensado surgiu quando o americano Gail Borden, tentando desidratar o leite comum, descobriu que, antes de transformar-se em leite em pó, o produto virava leite condensado.

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Como dividir a conta do restaurante quando tem restaurante na mesa?


Bom, quando você leva um amigo para comemorar o seu aniversário, é costume que você pague a conta.

Entre balões, bolo e uma onda de excitação, as comemorações de aniversário podem levar a momentos agradáveis. Mas, como adultos, a maioria de nós é experiente em festas de fundo de quintal e sair de decorações exuberantes para opções mais clean, como um almoço ou jantar em um restaurante com amigos íntimos, é sempre bom.

Embora essas comemorações como almoços ou jantares em um restaurante possam ser mais fáceis de organizar, a mesma pergunta geralmente surge no final da noite: quem paga?

Os participantes devem cobrir o custo do convidado de honra? O aniversariante esperava essa consideração de dividir os custos com seus convidados?

A resposta é curta e grossa, mas como regra geral, se resume a quem convidou para o evento paga a conta.

“Geralmente, quando os amigos estão combinando vamos todos nos reunir e comemorar o aniversário de fulano em um restaurante”, todos, exceto fulano aniversariante, pagam”, explica Patrícia Napier-Fitzpatrick, fundadora e presidente da The Etiquette School of New York. “Mas, às vezes, alguém quer fazer seu próprio convite para almoço de aniversário, então, digamos que o tal fulano convide todos para comemorar seu aniversário no restaurante, nesse caso a conta é do aniversariante, mas todos deveriam trazer um presente”.

Embora seja esperado que o anfitrião pague a conta de cada convidado – sempre traga dinheiro suficiente para cobrir sua própria parte e assim estar seguro – se um amigo organizou sua própria festa de aniversário, você não deveria se sentir obrigado a pagar sua conta, mas a casos e casos.

“Se você está dando sua própria comemoração de aniversário, você também deve pagar”, disse Diane Gottsman, especialista em etiqueta nacional e proprietária da The Protocol School of Texas, ao Business Insider.

Em suma, se você planejou seu próprio jantar de aniversário, não espere que seus amigos paguem por você. Mas, é um gesto amigável se eles oferecem de qualquer maneira pagar a conta. E se a situação for ao contrário e todos decidirem levar um amigo para comemorar o seu aniversário, vão em frente e pague a conta para o convidado de honra.

 

Fonte: https://www.programaconsumer.com.br/

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